De forma surpreendente até aos próprios membros da comissão organizadora, o I Tanabata Matsuri Virtual Yorokobi, realizado no domingo passado, atingiu sucesso inesperado. Não a mim porque, conforme afirmei na Krônica anterior, depois de mais de quatro meses, a pandemia, além de tudo, tem também provocado carência de atividades culturais a muita gente, tanto como protagonista quanto como espectador.
A nova prova veio pelo imprevisto ocorrido nesse evento… ao vivo, que provocou atraso de quase duas horas na programação!
Como assim?! A comissão não estava preparada para realiza-la tecnicamente? Sim, estava. Mesmo fazendo uso inédito das plataformas escolhidas ao evento, seus técnicos as estudaram bastante para darem conta do recado.
O problema foi o imprevisto inimaginável, porque ao chegarem à associação, na Vila Paulicéia (SBC), de onde pretendiam difundir todo o evento, encontraram o wifi com problemas. Tinham chegado cedo suficiente e bastaria montar a estrutura para darem início. Mas… o que fazer?
Começaram intensa busca por outro lugar, o que não seria fácil, num domingo de pandemia. Por sorte, o Bunkyô de Santo André abriu-lhes a porta para isso. Mas já tinham perdido muito tempo, até pelo deslocamento de um município a outro.
A partir daí, apesar de alguns tropeços pela novidade no manuseio das plataformas, o evento transcorreu normalmente e com o Chat, do começo ao fim (mais de 6 horas), repleto de comentários favoráveis pelo que assistiam, pelas ótimas atrações e pela programação bem elaborada.
Fui um dos que acionou o celular ao evento no horário programado e, por isso, também me dei com o atraso. É onde retorno ao primeiro parágrafo, porque o Chat, sim, foi aberto aos internautas desde o início. Ainda bem.
E começou a chover comentários. No início, de ansiedades, expectativas e muitos votos de sucesso ao evento. Quase duas horas… até começar o evento.
Ué?! E as reclamações ao atraso?
Nenhuma! A razão, para mim, está nessa carência que afirmo, que tem dado “ibope” a esses eventos virtuais, além de reanimar idosos a ponto de ficarem ávidos a deles participarem.
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